Assembly One
Do zero ao RISC-V
COBOL One
Mainframe para o Século XXI
COBOL do zero, dentro de um banco: quatorze mil programas, dois mil e trezentos jobs por noite, e a incorporação de trezentas e oitenta mil contas num único fim de semana. Formato fixo, PIC, aritmética de dinheiro, arquivos, balance line, COMP-3, VSAM, JCL, abends, DB2 e CICS — cada passo no GnuCOBOL e, quando precisa, num z/OS de verdade.
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Atenção: o idioma desta edição é português.
Edição Brasil
Menos teoria vazia.
Mais código que funciona.
Nada de exemplo solto com foo e bar.
Todo trecho pertence ao mesmo projeto, que cresce capítulo a capítulo —
e os erros aparecem como aparecem na sua tela, para serem lidos linha por linha.
01 WS-LINHA. 05 WS-AGENCIA PIC 9(4). 05 FILLER PIC X(3) VALUE " - ". 05 WS-NOME PIC X(20).01 WS-SALDO-CC PIC S9(5)V99 VALUE -123.45.
cobc -x esquelet.cbl && ./esqueletINICIO DO PROGRAMA ESQUELETcobc -x saldo.cbl && ./saldoSALDO: [0012345]
Um sistema só, do primeiro arquivo ao deploy
README.md
O Banco Vértice precisa incorporar as contas do Banco Litoral. Ao longo do livro, a Academia Vértice COBOL ensina a linguagem do core: arquivos, balance line, COMP-3, JCL, DB2 e CICS, até o fim de semana da conversão.
COBOL do zero, dentro de um banco grande de verdade.
- Um projeto só: a incorporação das contas do Banco Litoral ao Vértice
- Todo programa compilado no GnuCOBOL, com a saída conferida
- Mainframe de verdade, de graça: IBM Z Xplore, Zowe e VS Code
- Os bugs que derrubam banco: truncamento, S0C7, ponto final, arquivo trocado
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Esta amostra contém os primeiros capítulos. O PDF completo continua protegido para compradores.
30 capítulos em 7 partes
Abra uma parte para ver os capítulos — e a frase que abre cada um.
parte 01 O banco que roda em 1979Catorze mil programas, vinte e três pessoas que sabem mexer neles, e uma vaga de júnior com cinco anos de experiência aberta há onze meses. 3 cap.
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01
O banco que roda em 1979Uma vaga de júnior com cinco anos de experiência, uma planilha de quarenta e sete abas, e o primeiro programa compilado numa segunda-feira de outubro.
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02
Uma linguagem para quem não é cientistaUma reunião no Pentágono, um comitê com prazo de três meses, e um programa que rodou igual em duas máquinas de fabricantes rivais numa terça-feira de dezembro.
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03
Montando a bancadaUm notebook com GnuCOBOL, um editor que respeita colunas, um z/OS de verdade pela internet, e a diferença entre o que é de graça, o que é pago e o que é ilegal.
parte 02 A linguagem, do zeroQuatro divisões, colunas que importam, e dados que têm forma antes de ter valor. 5 cap.
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04
Quatro divisões e setenta e duas colunasUm cartão perfurado de oitenta colunas, um programa que começa pela burocracia, e um ponto final que vale mais do que parece.
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05
Dados têm formaUm saldo de doze milhões que vira dois, sem erro e sem aviso, porque o campo tinha sete dígitos e a vida tinha oito.
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06
Aritmética de dinheiroUma tarifa proporcional de onze dias que dá três valores diferentes, conforme a ordem da conta e quem arredonda, e um centavo que ninguém quer explicar para o Banco Central.
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07
Decidir sem ponto finalQuarenta e duas reclamações na ouvidoria, uma linha acrescentada em agosto por um consultor com pressa, e um ponto final que tirou uma instrução de dentro de um IF.
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08
RepetirUm programa de juros de 1987 com quarenta e três GO TO, um parágrafo inserido no lugar errado em 2014, e o verbo que organiza todo programa COBOL desde então.
parte 03 Arquivos: o coração do batchLer, validar, totalizar, ordenar e casar dois arquivos — o trabalho que o banco faz todas as noites desde antes de você nascer. 8 cap.
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09
O primeiro arquivoOito contas de Santos num arquivo de setenta posições, um gerente que quer o número de negativos até as cinco, e a diferença entre ler um arquivo e escrever um registro.
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10
O arquivo que não abriuUm job que terminou com código 12 às duas da manhã, um arquivo que chegou com duas posições a mais sem ninguém avisar, e o campo de dois caracteres que diz o que aconteceu com cada operação de arquivo.
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11
Layouts e copybooksQuarenta e um programas com o mesmo layout copiado à mão, uma planilha de-para que chamava data de fundação de data de nascimento, e o fichário de 1987 que explicou tudo.
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12
TabelasCento e quarenta agências do Litoral que viram agências do Vértice, uma tabela carregada de um arquivo, e um índice que passou do fim e reescreveu a variável do lado.
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13
Relatório com quebra de controleUm diretor que quer o relatório impresso, um subtotal que aparece sozinho no topo de uma página, e o algoritmo que todo programador de banco escreve de olhos fechados.
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14
TextoUm CPF com pontos e traço que precisa virar onze dígitos, um dígito verificador calculado em 1987 do mesmo jeito que hoje, e nomes cortados em vinte e duas letras.
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15
OrdenarUm arquivo que chegou na ordem do número do cliente, um relatório que mostrou a mesma agência três vezes, e o verbo que o batch usa mais do que qualquer outro sem que ninguém perceba.
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16
Balance lineQuarenta e uma mil pessoas que já eram clientes do Vértice sem ninguém saber, dois arquivos ordenados por CPF lidos ao mesmo tempo, e o algoritmo mais importante que este livro tem para ensinar.
parte 04 Os dados na máquinaDecimal compactado, EBCDIC, o sinal escondido no último dígito, e o arquivo indexado que responde por chave. 3 cap.
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17
Onde o dinheiro moraOito bytes para guardar quinze dígitos, um sinal escondido em meio byte, e a explicação, finalmente, da quinta-feira do salário.
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18
O arquivo que veio de SantosUm arquivo de produção que abriu no Bloco de Notas como sopa de símbolos, uma tabela de caracteres de 1964 que ainda manda no banco, e saldos negativos escritos com letras.
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19
Arquivo indexadoUma central de atendimento que vai precisar achar uma conta entre 380 mil em menos de um segundo, no domingo da conversão, e o arquivo que responde por chave.
parte 05 Programas que conversamSubprogramas, datas, dias úteis e juros calculados até o centavo que o cliente vai conferir. 3 cap.
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20
SubprogramasOnze cópias da mesma validação de CPF espalhadas pelo sistema, um parâmetro que voltou alterado sem ninguém pedir, e o abend que quer dizer que o programa não foi encontrado.
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21
Datas e dias úteisDatas com o ano em dois dígitos que precisam virar quatro, um Carnaval que empurra uma liquidação para quinta-feira, e o que restou do ano 2000 dentro do código.
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22
Juros até o centavoUm programa de 1987 que cobra juros de quatro milhões de contas toda noite, uma resolução do Conselho Monetário Nacional que pôs teto na taxa, e contratos do Litoral que ninguém sabia se estavam acima dele.
parte 06 O mainframeTSO, ISPF, datasets, JCL, o abend das duas da manhã, SQL dentro do COBOL e as telas verdes do CICS. 5 cap.
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23
z/OS para quem nunca viu umUm usuário de sete letras, um nome de arquivo com quarenta e quatro, uma tela verde de 1974 e o mesmo mainframe aberto no VS Code.
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24
JCLUma linguagem de 1965 que diz ao mainframe que programa rodar, com quais datasets, e o que fazer com eles se tudo der errado — e um COND que funciona ao contrário do que parece.
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25
O abend das duas da manhãUm telefone que toca às duas e catorze, um código de quatro caracteres, trinta e sete contas sem data de abertura, e o que se faz — e o que não se faz — com o batch parado.
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26
SQL dentro do COBOLTrezentas e oitenta mil linhas para inserir numa tabela, uma DBA que proíbe inserir sem COMMIT, e um código de retorno negativo que diz exatamente o que deu errado — se alguém olhar.
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27
As telas verdesUma transação de quatro letras para a central de atendimento, um programa que termina a cada tecla apertada, e a área de memória que leva a conversa de uma tela para a outra.
parte 07 A conversãoTestar o que ninguém testou, ensaiar três vezes, e virar trezentas e oitenta mil contas num fim de semana. 3 cap.
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28
Testar o que ninguém testouUm gerente que quer o percentual de testes, uma auditora que quer a evidência, oito casos que cabem numa tabela, e a saída de ontem guardada para comparar com a de amanhã.
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29
O fim de semana da conversãoTrês ensaios, uma reunião de go/no-go numa sexta às seis da tarde, um arquivo que chegou com um registro a menos às duas e dez da manhã, e trezentas e oitenta mil contas que acordaram no banco novo.
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30
Modernizar sem mentirUma proposta de migração em dezoito meses, uma transação de 1986 que vira API, um post-it que chega a zero, e o terceiro nome da lista de plantão.
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COBOL do zero, dentro de um banco grande de verdade. O projeto começa a rodar no primeiro capítulo — e não para mais.
Atenção: o idioma desta edição é português.