01 · cena
A situação vem antes da regra
Cada lição começa numa cena real. A regra aparece quando a personagem precisa dela — não numa lista decorada antes da hora.
Idiomas para quem vai usar: o mundo, o trabalho, a viagem.
Oito volumes da coleção Four: inglês, chinês, coreano, japonês, italiano, espanhol, francês e alemão. Cada livro acompanha uma história inteira — hostel, festival, vindima, Carnaval — e o idioma cresce porque a situação pede.
Atenção: você está vendo as edições em português.
01 · cena
Cada lição começa numa cena real. A regra aparece quando a personagem precisa dela — não numa lista decorada antes da hora.
02 · ouvido
Toda frase com tradução e com o som explicado. Os erros típicos do português são nomeados e corrigidos desde o primeiro dia.
03 · fala
Say it, Answer aloud, Tell your story: a prática falada não fica para o fim do livro. Você usa o idioma na mesma página em que aprende.
Edição Brasil
Mandarim do zero, com os caracteres desde a primeira página. Marina chega a Chengdu para vender café brasileiro. Em três meses, do aeroporto ao festival, o mandarim entra caractere por caractere.
Edição Brasil
Inglês do zero ao A1, numa temporada inteira da Casa Maré. A Bia deixa o banco em Curitiba e vira gerente da Casa Maré. Em quatro meses, o inglês cresce no balcão, no terraço e na recepção de um grupo de Vancouver.
Edição Brasil
Francês do zero: letras mudas, liaison e o ouvido brasileiro. Rafa, professor de capoeira, passa a primavera em Lyon para abrir uma roda na Fête de la Musique. As letras mudas ganham um capítulo só delas.
Edição Brasil
Alemão do zero, sem medo do der, die, das. Uma enfermeira de Recife passa o inverno em Colônia para apresentar o frevo no Carnaval de um lar de idosos. O der, die, das ganha um capítulo inteiro.
Edição Brasil
Italiano do zero, com o português como aliado e como armadilha. Um enólogo da Serra Gaúcha passa a vindima no Vêneto para apresentar o vinho em italiano. O tu e o Lei entram no primeiro dia.
Edição Brasil
Japonês do zero, com hiragana, katakana e kanji no lugar certo. Um cozinheiro nikkei de Londrina passa três meses em Osaka para apresentar um prato brasileiro. Hiragana e katakana primeiro; o kanji entra com a leitura ao lado.
Edição Brasil
Coreano do zero, com o Hangul aprendido de verdade antes da primeira cena. Uma ilustradora do Recife passa três meses em Seul para apresentar o webtoon. O Hangul vem primeiro; a formalidade (존댓말) acompanha desde o dia um.
Edição Brasil
Espanhol do zero, sem portunhol: o que parece igual e quer dizer outra coisa. Lívia, produtora cultural de Salvador, passa três meses na Cidade do México para abrir um festival. Do mercado ao palco, o espanhol cresce sem portunhol.