Série AI One Volume 1 Kindle

AI One

Matemática para IA

A matemática que a inteligência artificial usa, do zero, dentro de uma loja de discos de vinil do Recife que recebeu uma proposta de IA de quarenta e um slides e R$ 186 mil. Funções, logaritmos, vetores, matrizes, autovetores, derivadas, gradiente, probabilidade, Bayes, distribuições e entropia — cada uma aprendida para conferir uma promessa do fornecedor, calculada à mão, conferida em Python e desenhada num gráfico. No fim, a sócia da loja lê o slide 27 e constrói o próprio recomendador.

R$ 4,99 R$ 29,99 Promoção

Atenção: o idioma desta edição é português.

30capítulos
7partes
1projeto do início ao fim
Capa de AI One — Volume 1: Matemática para IA, de Thiago Nogueira Edição Brasil
MatemáticaÁlgebra linearCálculoProbabilidadePythonmatplotlib
código do livro

Menos teoria vazia.
Mais código que funciona.

Nada de exemplo solto com foo e bar. Todo trecho pertence ao mesmo projeto, que cresce capítulo a capítulo — e os erros aparecem como aparecem na sua tela, para serem lidos linha por linha.

reta.py
preco = 89.90demanda = 180 - 1.2 * precoreceita = preco * demandaprint(f"R$ {receita:.2f}")
terminal
python reta.pyR$ 7371.80python -c "print(180 - 1.2 * 89.90)"72.12
o projeto

Um sistema só, do primeiro arquivo ao deploy

README.md

Conferir, slide por slide, a proposta de IA da Rotação Discos e construir o próprio recomendador.

Do logaritmo ao gradiente, sem fingir que entendeu.

  • Um projeto só: conferir, slide por slide, a proposta de IA da Rotação Discos
  • Toda fórmula lida em voz alta, calculada à mão e conferida em Python
  • Do logaritmo dos decibéis ao gradiente que desce a ladeira
  • O número bonito demais: 99,3% de acurácia numa loja que converte 0,7%
  • No fim, um recomendador de verdade, escrito por você, sem biblioteca
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sumário

30 capítulos em 7 partes

Abra uma parte para ver os capítulos — e a frase que abre cada um.

parte 01 Quarenta e um slidesUma proposta de R$ 186 mil, um investidor com pressa, e uma sócia que largou a engenharia em Cálculo 1. 3 cap.
  1. 01
    Quarenta e um slides e nenhuma perguntaUm deck de quarenta e um slides, um sócio de fone de ouvido, um painel que diz 0,7% e um cliente de chapéu que a Duda conhece de algum lugar.
  2. 02
    A calculadora que obedeceUm pedido de R$ 270,36 que a planilha do Beto jura que é de R$ 285,80, uma vírgula que vira outra coisa e um número que termina em 99995.
  3. 03
    Receitas com nomeTrês pacotes iguais, três fretes diferentes, uma tabela que vira função e um gráfico que inventa preços que não existem.
parte 02 Funções que crescem e encolhemO preço do disco raro, os decibéis da caixa de som e a chance de um cliente clicar, cada um com a sua curva. 4 cap.
  1. 04
    A reta do preçoDuas cópias do mesmo disco, a pior mais cara que a melhor, um colecionador com lupa de joalheiro e uma regra que o Beto nunca tinha escrito.
  2. 05
    O disco que dobra de preçoUm disco de 1975 guardado no cofre, um investidor que descobre a palavra ativo e uma reedição que vende metade a cada três semanas.
  3. 06
    Decibéis, oitavas e outros logaritmosUma audição de sexta à noite, um vizinho de roupão, noventa e dois decibéis e um botão de volume girado até a metade que não baixou nada pela metade.
  4. 07
    Funções que dizem sim ou nãoUm sigma minúsculo no slide 9, um limiar que vira a recomendação por um centésimo, uma curva em S e um número negativo que derruba o programa.
parte 03 Discos viram vetoresSeis números por disco, a distância entre dois gostos e o ângulo que separa a Dona Lindalva do Beto. 3 cap.
  1. 08
    Um disco tem seis númerosUm e-mail pedindo o catálogo vetorizado, uma planilha com o andamento escrito de cinco jeitos e duas setas que saem do mesmo ponto.
  2. 09
    Quanto um disco parece com outroUma prensagem original de frevo de 1957, um botão de parecidos com este que recomenda jazz de câmara, e um preço que engole todos os outros números.
  3. 10
    O ângulo entre dois gostosUma cliente de sessenta e oito anos que compra pelo telefone, uma sugestão de rock que quase encerra uma amizade de doze anos, e duas setas apontando para o mesmo lado.
parte 04 MatrizesVinte e uma mil pessoas por trinta e oito mil discos, numa tabela que também é uma transformação. 4 cap.
  1. 11
    A tabela que é uma matrizUm slide que promete um bilhão e duzentos milhões de parâmetros, uma reedição de frevo procurando quem avisar e uma tabela de setecentos e noventa e oito milhões de casas quase todas vazias.
  2. 12
    Multiplicar matrizes é encadear transformaçõesDuas operações de edição de capa, aplicadas em ordens diferentes em dois lugares do site, e uma casinha que deita para um lado ou para o outro.
  3. 13
    Três dimensões latentesUma caixa-preta que descobre três dimensões do gosto, uma teoria do Beto sobre dançar e ouvir sentado, e quarenta e oito notas reconstruídas com vinte e oito números.
  4. 14
    As direções que não giramDoze clientes num plano, uma teoria de dois sócios e uma conta que, repetida cinquenta vezes, encontra sozinha a direção em que a clientela se espalha.
parte 05 A conta da mudançaQuanto a receita muda quando o preço muda um pouco, e como descer uma ladeira sem enxergar o fim dela. 6 cap.
  1. 15
    Quanto muda quando muda um poucoDez reais a mais na etiqueta das reedições, quinze cópias a menos por mês, e um investidor que quer saber quanto se perde por real.
  2. 16
    Regras para não calcular limite toda vezUma exponencial dentro de uma sigmoide, uma caixa de discos de jazz, e uma prova amarelada de 2011 com nota dois e meio.
  3. 17
    O preço que maximiza a receitaUm investidor que quer faturar mais, uma reedição que custa trinta e oito reais na fábrica, e uma derivada que vale zero exatamente no lugar certo.
  4. 18
    Várias alavancas ao mesmo tempoUma agência que quer dois mil reais por mês de anúncio, um preço que já estava quase certo, e um mapa de morro com setinhas que sobem.
  5. 19
    Descendo a ladeira no escuroQuarenta reedições e quarenta orçamentos de anúncio, uma busca que levaria mais que uma vida, e um passo que, grande demais, joga a gente do outro lado do vale.
  6. 20
    Somar muitos pedacinhosUma promoção de vinte horas, um painel que mostra a velocidade das vendas, e quinhentos e doze reais que sumiram da conta do investidor.
parte 06 A chance de venderProbabilidade, um teorema de 1763 e um disco de nove mil reais que estraga a média. 6 cap.
  1. 21
    Cara ou coroa na vitrineUm contador de pessoas pendurado na porta, a frase preferida do Beto, e cem mil clientes que não existem entrando na loja em dois segundos.
  2. 22
    Quem comprou Alceu também comprouUma reunião com a Synapsys, um slide que promete noventa e nove vírgula três por cento de acerto, e um modelo que acerta isso sem olhar para ninguém.
  3. 23
    Média, mediana e o disco de nove mil reaisUm ticket médio que subiu quarenta e cinco por cento num mês, um investidor comemorando, e uma única venda numa terça de dezembro.
  4. 24
    O formato do acasoPedidos que chegam em rajadas nas sextas à noite, um empacotador que dá conta de doze por hora, e uma curva que aparece sozinha quando se somam muitas pequenas sortes.
  5. 25
    Quanto vale um lote de quatro mil discosQuatro mil e duzentos discos num apartamento, um sábado para avaliar, e uma prancheta que só tem tempo para um disco em cada vinte.
  6. 26
    Surpresa se mede em bitsDois sistemas que acertam as mesmas nove compras em doze, e uma medida que pergunta não se acertaram, mas quão surpresos ficaram com o que aconteceu.
parte 07 A máquina inteiraUm asteroide perdido, um recomendador de bolso e, finalmente, o slide 27. 4 cap.
  1. 27
    O asteroide que sumiu atrás do SolDuzentos discos vendidos, uma regra feita com dois, e um rapaz de vinte e quatro anos que, em 1801, achou um asteroide com a mesma conta.
  2. 28
    Um recomendador de bolsoQuem comprou este também comprou aquele, escrito como cosseno entre colunas — e uma última compra escondida de cada cliente, para ver se o sistema adivinha.
  3. 29
    Fatorando o gostoDuzentos clientes, cento e vinte discos, dois números escondidos em cada um — e a descida do gradiente encontrando, sozinha, a teoria que o Beto defendia desde fevereiro.
  4. 30
    O slide 27Sexta, 26 de março: uma fórmula de meia página lida em voz alta, símbolo por símbolo, diante de quem a escreveu — e um índice pequeno que muda tudo.
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Do logaritmo ao gradiente, sem fingir que entendeu. O projeto começa a rodar no primeiro capítulo — e não para mais.

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